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Era o mesmo homem
Não sentia sede nem fome
Era o mesmo alimento
Azul a cor do seu nome
Devorado a cada tormento
Era a mesma crença
As belezas que sempre estão
Os feios que não se calam
Na alma sem diferença
Os olhos dos que se dão
Espelhos dos que não falam
Era a mesma insanidade
Na delicadeza a saciedade
Nas mãos toda a eternidade
De amar tudo a cada hoje
Por não respirar amanhãs
terça-feira, 5 de abril de 2011
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2 comentários:
Lindíssimo poema!
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